O decreto presidencial que oficializa o apoio do Gabinete Pessoal da Presidência à Primeira-Dama, Rosângela da Silva, a Janja, é mais do que um ato administrativo; é uma afronta à moralidade e ao bolso do cidadão. Sob a falsa bandeira da "transparência", o governo de Luiz Inácio Lula da Silva legaliza um aparato estatal robusto – com equipe, recursos e logística – para uma figura que não possui mandato e não foi eleita. Afirmou Maria do do Carmo.
Onde Maria do Carmo enxerga o absurdo:
Nepotismo Velado: O decreto utiliza a caneta presidencial para conferir privilégios e estrutura pública à família, flertando perigosamente com o nepotismo e a confusão entre o público e o privado.
Inversão de Prioridades: Maria do Carmo, que luta diariamente contra a alta carga tributária para ter acesso a serviços básicos, vê seu suor canalizado para custear o "gabinete paralelo" e a promoção de imagem da Primeira-Dama. Enquanto o povo aperta o cinto, o Planalto cria luxos.
Cargo Sem Voto: Janja ganha, na prática, um "cargo" de influência com estrutura de Estado sem nunca ter se submetido ao crivo eleitoral, utilizando recursos que deveriam servir a políticas públicas essenciais.
É inaceitável que, em um momento de crise fiscal, o governo priorize a criação de conforto e poder para um familiar. O dinheiro da Maria do Carmo não é uma extensão do orçamento da família presidencial. O Congresso precisa agir para derrubar este decreto e reafirmar que os recursos do Estado devem servir ao povo, e não aos privilégios de quem está no poder.