O Vazio de R$ 6 Bilhões: Maria do Carmo Questiona o Descaso que Custou R$ 500 Mil ao Povo de Manaus
A pré-candidata Maria do Carmo lançou um holofote implacável sobre a gestão da saúde de Manaus, transformando uma simples obra abandonada – a Unidade Básica de Saúde (UBS) Monte das Oliveiras – em um símbolo de ineficiência. A polêmica não está apenas no atraso, mas no custo real do abandono para o erário público e para a vida dos cidadãos.
Maria do Carmo expôs um dado que exige respostas urgentes: o prejuízo causado pelo vandalismo e furto na UBS paralisada já é estimado em mais de R$ 500 mil (meio milhão de reais). Este valor, retirado dos cofres públicos por pura omissão, contrasta de forma chocante com o orçamento total da área.
Onde Estão os Quase R$ 6 Bilhões?
A crítica da pré-candidata ganha peso ao confrontar este desperdício com o volume de recursos destinados à saúde. Ao somar o orçamento estadual para a saúde e a fatia municipal para a Atenção Básica, chega-se à cifra impressionante de quase R$ 6 bilhões (cinco bilhões e novecentos milhões de reais).
O questionamento de Maria do Carmo é direto e incontestável: se há bilhões em caixa, por que o povo de Manaus continua a sofrer com a falta de medicamentos nas farmácias básicas, com a escassez de leitos e com a precarização das unidades de atendimento?
A fala de Maria do Carmo ressoa como um alerta necessário: a crise na saúde não é por falta de dinheiro, mas por uma falha grave na gestão, ética e transparência. A pré-candidata se estabelece, através dessa denúncia, como a voz que exige responsabilidade sobre cada centavo e questiona a lógica de uma administração que permite que R$ 500 mil sejam perdidos em uma única obra, enquanto o investimento bilionário não se traduz em saúde digna para a população.